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6 de outubro de 2016

AINDA ARRAIOLOS


O meu último desenho de Arraiolos, feito neste Verão abrasador para que já olhamos retrospectivamente, foi uma variação do meu tema "piscinas e guarda-sóis". A Pousada caracteriza-se por, paralelamente às belas zonas remodeladas do antigo convento, ter uma zona de quartos construída de raiz, com um projecto minimalista muito elegante. No andar térreo fica o restaurante e, mais abaixo, a piscina, onde me encontro:


Lá ao fundo, no alto da colina, o castelo e a muralha:


O que não se ouve no desenho é o ruído das cigarras, escondidas sob as ervas secas ao longo dos montes e vales, ecoando em todas as direcções.

2 de outubro de 2016

INTERIOR MONACAL


A Pousada do Convento de Arraiolos, de que já falei aqui, é das mais bonitas que conheço, de entre as pousadas históricas de Portugal – e olhem que já fui a umas tantas, fã que sou deste tipo de turismo mais recolhido e contemplativo. Fiz este desenho numa das zonas de estar, adjacente ao restaurante. Os tectos abobadados e a decoração despojada tornam o espaço muito repousante, ao mesmo tempo acolhedor e fresco:


Com um gato aqui e outro acolá, lá fui dando conta do mobiliário esparso: um sofá às riscas, um cadeirão de verga, um contador antigo, um quadro abstracto na parede. E um lindo medalhão em baixo-relevo junto ao tecto:


Lá fora, quarenta e muitos graus. Aqui dentro, frescura, silêncio e paz... Foi em Agosto.

17 de agosto de 2016

FÉRIAS BRANCAS


Brancas de cal e de luz, brancas de paz. Regressámos ao Alentejo profundo, em família nuclear (nós os dois e os dois rebentos), neste Agosto quente e preguiçoso, sempre acima dos 40º. Mais uma vez, fizemos um circuito de Pousadas históricas. "Os 3 Ás", dir-se-ia: Arraiolos, Alvito e Alcácer. Este desenho regista a primeira paragem, de três noites, na Pousada do Convento de Arraiolos:



Fi-lo do fresquinho do interior, no primeiro andar, olhando através da janela para o pátio central, contíguo ao claustro, que jazia sob o sol inclemente:


Olhando-o agora, já em casa, volto a sentir vontade do Alentejo, da brancura das casas, do calor e da imensidão. Já sei que vou voltar.