Lembram-se do Furacão Leslie? Aquele que supostamente iria destruir quase toda a costa de Portugal do centro para cima? Pois bem, no sábado fatídico, em Leça, o céu apresentava-se com algumas nuvens, sim, mas pouco ameaçadoras, pelo que resolvi dar um passeio até à marina e levar o meu bloco de desenho. É verdade que estava uma pressão um pouco estranha no ar e os passadiços flutuantes onde os barcos estavam presos rangiam de forma um bocadinho assustadora. Sentei-me e fiz um rápido esboço, a que depois dei cor em casa, não fosse o Leslie de repente abater-se sobre a minha cabeça:
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6 de novembro de 2018
29 de janeiro de 2017
THE SEA, THE SEA
Outro desenho para o "A Drawing a Day", este a responder à deixa "Landscape", do dia 28 de Janeiro. Nada como uma brincadeira assim, feita em conjunto, para nos motivar a desenhar! Escolhi uma paisagem marinha, de Leça da Palmeira, com a barra do Porto de Leixões ao fundo e um céu ameaçador:
E, como título, o do romance de Iris Murdoch (Prémio Booker de 1978), que acho lindo!
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10 de setembro de 2016
PRAIA DOS BEIJINHOS
Com o diminutivo parece algo de romântico, quase adolescente, lembrando beijinhos de namorados. Mas esta praia de Leça tem umas rochas dramáticas, escarpadas, cheias de arestas e bicos perversos. No inverno impõe respeito, mas no Verão também não é exactamente convidativa para banhos. Desenhei-a já em Setembro, numa manhã com uma aragem fresca e quase ninguém na praia:
Uma semana antes, um homem de 67 anos morrera ali mesmo, no rebentar das ondas. Segundo as notícias, não se chegou a aperceber do perigo que corria, pois não pediu socorro. A primeira onda embrulhou-o, a segunda atirou-o para as rochas, à terceira já estava sem sentidos. Beijo?... Beijo da morte, talvez.
Mas olhando para a direita, a paisagem torna-se mais domesticada, com barracas, sinalética e e esplanada do restaurante Fuzelhas. Desenhei-a também, num esboço muito rápido, que pensei descartar. Mas aqui o deixo, para marcar a estação balnear que agora finda, com uns banhistas algo incongruentes deitados directamente sobre a areia:
31 de agosto de 2016
A CAPELA E O GUINDASTE
Como convém em zonas de faina marítima, a capela de Stª Catarina perfila-se junto ao Porto de Leixões, em Leça da Palmeira, muito perto do forte. Foi o meu segundo desenho do Encontro PoSk 4 (aqui particularmente entortado pela digitalização foleira feita em casa com o iPhone). E sim, aquela sucata em primeiro plano é, supostamente, uma carrinha Mercedes:
Este esboço bateu um recorde no meu historial de sketcher: o de o fazer em pé, com o caderno meio periclitante numa mão e a caneta, sem apoio, na outra. E quase bateu um segundo, o da velocidade, pois fi-lo em menos de um quarto de hora, uma raridade sempre para mim...
O meu terceiro e último desenho deste dia foi feito na marina de Leça. Porém, a profusão de informação visual e a proximidade cromática dos motivos (os barcos eram todos em branco e azul, azul e branco) fizeram com que o meu desenho se perdesse completamente. Mas lá o acabei. Só não pintei...
E aqui fica mais uma recordação de um belo encontro de quem gosta de desenhar (fotografia temporizada do Jorge Guedes):
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29 de agosto de 2016
FORTE DE LEÇA
No 4º Encontro dos PoSk (Porto Sketchers) desenhei finalmente o monumento que passei a ver com tanta frequência desde que me instalei aos fins-de-semana em Leça da Palmeira. Fiz ao todo, ao longo daquele dia de sábado, 20 de Agosto, três desenhos, o que é dois terços mais do que o meu mísero saldo habitual. Mas fico-me pela quantidade, poupando os meus estimados leitores à questão da qualidade. Neste ângulo em que me coloquei apanhei o Paulo Pebre, ele próprio entretido a desenhar o dito:
Para produzir estes sarrabiscos pedi emprestada uma caixa de fruta vazia a uns vendedores ambulantes que descarregavam a camioneta ali no largo. E foi bem sentada nesse banco improvisado que o Jorge Guedes me fotografou...


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14 de abril de 2016
BOA NOVA
Não, não tenho nenhuma notícia particularmente boa para dar, além de que, é certo, me diverti bastante com este desenho. É a Casa de Chá da Boa Nova, do Siza Vieira, em Leça da Palmeira. Já estava há que tempos para a desenhar. E foi este sábado. Uma maravilha, o sol que acabou por brilhar! Deu-me logo vontade de sair, apanhar ar, desentorpecer e exercitar (sedentária incorrigível em que me tornei). Peguei na bicicleta e lá fui, passeio fora, mesmo junto às ondas. O mar estava lindo, um pouco revolto, ainda invernoso, mas a luz, límpida.
E em casa veio a aguarela:
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