Vejo que devia ter incluído no meu desenho alguns convidados, que depois se deixaram ver, mas foi difícil. Mexiam-se muito 😁e tive vários carros que foram estacionando mesmo junto ao passeio onde eu estava sentada. Aqui fica um registo do desenho terminado in situ:
7 de junho de 2026
UMA IGREJA E UM CASAMENTO
Vejo que devia ter incluído no meu desenho alguns convidados, que depois se deixaram ver, mas foi difícil. Mexiam-se muito 😁e tive vários carros que foram estacionando mesmo junto ao passeio onde eu estava sentada. Aqui fica um registo do desenho terminado in situ:
2 de junho de 2026
QUINTA DOS CÓNEGOS
Fica na Maia e é linda. Embora destruída num incêndio em 1991, foi devolvida ao esplendor original e é hoje propriedade da Câmara da Maia. Ali fizemos o 148º Encontro dos PoSk no dia 24 de maio. Muitos desenharam os tanques e as fontes, mas eu não resisti à fachada fronteira, com a escadaria e a capela (de finais do séc. XVII), junto à qual há um portão por onde se desce para outros jardins:
O meu desenho no local, apenas a tinta, ficou assim:
E o grupo posou nos degraus de uma das fontes:
31 de maio de 2026
O OCASO DA COMPANHIA AURIFÍCIA
O PoSk 145 foi na Rua dos Bragas, a 11 de abril. Mais um dia de Verão em plena Primavera...
Do lado direito de quem sobe, surge o imponente edifício amarelo onde era dantes a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e é hoje a de Direito. Do lado esquerdo, fica a Companhia Aurifícia, fundada em 1869 e dedicada, como o nome indica, à produção de peças de ourivesaria. Hoje em dia devoluta, a antiga fábrica é testemunho do final de uma vibrante era industrial. Vai ser arrasada para ali ser construída uma nova urbanização -- mais uma -- de nada menos que 122 fogos. De certeza que vai ter um nome anglófono pomposo qualquer, como Palace / Terrace, ou Residences / Villas...
Antes de aplicar os meus rosas e ocres, o desenho ficou assim:
E aqui estamos nós todos, em frente ao edifício que em breve vai desaparecer. O nosso sorriso esconde a tristeza recorrente que sentimos perante a destruição progressiva do Porto antigo. Mas pelos menos tentamos registá-lo enquanto existe...
2 de abril de 2026
O RAPTO DE GANIMEDES
A estátua, de António Fernandes de Sá, mereceu a medalha de bronze na Exposição Universal de Paris em 1900 e quem a vê na Praça da República percebe porquê. É uma bela escultura em bronze, de notável delicadeza formal, dinamismo e leveza. Retrata um formoso jovem da mitologia grega, Ganimedes, que Zeus, tomado de amores e transformado em águia, raptou e levou consigo para o Olimpo:
29 de março de 2026
NO QUARTEL, NÃO NA TROPA
O 144º encontro dos Posk-Porto Sketchers decorreu ontem, sábado, sob um sol esplendoroso. Foi na Praça da República, recentemente requalificada, como se diz agora. Muitas das árvores de grande porte que ali havia foram-se, havendo agora exemplares jovens, frágeis e com pouca sombra. Relva, felizmente, há muita e verdinha. Sentei-me à frente do quartel, e o meu desenho, colorido depois, ficou assim:
Para o fazer calmamente, tive de me sentar junto a uma palmeira das antigas, com um tronco grossíssimo que servia de guarda-sol. Por ali fiquei cerca de uma hora:
Pelas cinco e meia, o grupo, disperso pelos quatro cantos da praça, reuniu-se para a fotografia da praxe:
15 de março de 2026
UMA RUA, TRÊS ÉPOCAS
A Rua Brito Capelo, em Matosinhos, tem casas e edifícios de uma variedade imensa, testemunho de diferentes períodos históricos, influências, modas, demolições, reconstruções e violações várias de um património muito rico. Ao longo dos seus quase dois quilómetros, é uma espécie de roteiro arquitetónico da cidade, oferecendo inúmeros motivos de interesse para urban sketching. O 143º Encontro dos PoSk-Porto Sketchers teve lá lugar ontem, sábado. Escolhi um conjunto ilustrativo da diversidade que ali nos levou: uma casa Arte Nova (verde), uma outra do séc. XIX (rosa) e um prédio recente, branco, de linhas discretas e razoavelmente limpas:
A aguarela, acrescentada em casa, saiu-me garrida, pelo que deixo a versão a preto-e-branco, mais em consonância com o dia cinzento (muito cinzento) que apanhámos:






