Mostrar mensagens com a etiqueta Sagres. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sagres. Mostrar todas as mensagens

23 de agosto de 2026

MEMMO BALEEIRA

Sempre gostei da zona de Sagres para veranear. Muitos dizem-na ventosa e agreste, mas eu não me importo com um pouco de brisa e ainda menos com paisagens pouco povoadas. Na Baleeira há uma combinação perfeita: sossego, pouca gente e uma paisagem linda sobre o porto de pesca, sempre ativo, a estender-se até ao Martinhal. Já tinha estado na Pousada, mas só este ano descobri o Memmo Baleeira, e já sei que vou voltar, assim o permitam as estrelas. O hotel original -- Hotel da Baleeira -- foi construído em 1962, segundo projeto do arquiteto Jorge Ferreira Chaves. Em 2007, foi renovado integralmente e ampliado. Tentei captá-lo, no relvado imenso, espraiado sobre a arriba, discreto e branco:


No meu desenho, de página dupla, surgem as duas alas centrais, com o restaurante no meio:

Fiz o desenho com vários erros de perspectiva, mas com muito prazer, à sombra (e à brisa) do final da manhã:


Curiosamente, descobri pelos corredores do hotel vários desenhos feitos durante um encontro dos Urban Sketchers Portugal justamente ali, em abril de 2019. Compreendo bem o apelo que o hotel já exerceu sobre outros colegas rabiscadores:

8 de agosto de 2026

O MARTINHAL AO LONGE

Esta é a vista a partir do Memmo Baleeira, um hotel fantástico em Sagres. Lá ao fundo, à direita, vêem-se os ilhotes de rocha do Martinhal, até onde há sempre quem nade. Junto à praia, sobre a areia fina, quase branca, a água torna-se verde-esmeralda, límpida e tão apetecível:


Com alguma batota pelo meio (o caderno não abarca a largura das vistas), o panorama que captei é um mergulho no azul:


Este é um daqueles sítios onde, se a vida deixar, sabemos que vamos voltar. 
(Aliás, este é já um regresso... Há oito anos, o meu desenho foi feito em plena praia do Martinhal, junto à arriba -- veja-se AQUI.)